O que o anestesista precisa do sistema é pouco: que registrar caiba entre um caso e outro. O resto do caminho, a conferência, o faturamento e o recebimento, é da equipe.
A IA lê o documento, e uma pessoa confere antes de seguir. Quem confirma nunca é a máquina sozinha.
Entre um caso e outro
O caso termina e a guia ainda está no papel. Papel de luva não se digita, se fotografa. Por isso, no VolanAI, o registro começa no celular.
Você fotografa a guia, a ficha ou a carteirinha, dita o que fez ou digita. Se o caso é daqueles de sempre, usa um favorito: a combinação de procedimentos de sempre, lançada num toque.
O que você registra segue para a faturista, que continua dali. Cada um cuida da sua parte, no mesmo fio.
No corredor do centro cirúrgico
O corredor do centro cirúrgico é o pior sinal do hospital, e é ali que a guia costuma estar na sua mão.
Sem sinal, o registro fica guardado no aparelho e sai sozinho quando a rede volta. Enviar de novo não cria um segundo atendimento: ele continua sendo um só.
A foto sobe mesmo se você fechar o aplicativo, e a leitura continua com a faturista. Você pode voltar ao paciente.
Na agenda
O mapa cirúrgico do hospital chega em PDF. No VolanAI, esse PDF vira agenda, e os casos do dia aparecem sem ninguém digitar.
Se o mesmo mapa for reenviado, nada duplica. A hora prevista de cada cirurgia é calculada e recalculada sozinha, conforme o dia anda.
Com o tempo, o sistema aprende a duração de cada cirurgião e de cada procedimento, e usa isso nas próximas horas previstas.
Quando a faturista pergunta
Às vezes falta um dado, e a faturista precisa saber o que aconteceu naquele caso. Ela pergunta de dentro do próprio atendimento, sem ligar nem mandar mensagem por fora.
A pergunta chega ao seu celular, e você responde de lá.
Você vê os casos, não o dinheiro. Há perfis de Administrador, Faturista e Médico, e quem confere os valores é a faturista, no computador.
O que muda na prática
Antes, o fluxo era papel, foto no WhatsApp, digitação manual, erro e glosa. Com o VolanAI, o registro é uma foto, um ditado ou um favorito, direto no celular.
E o dinheiro deixa de ser assunto seu: o médico vê os casos, não os valores.
Registrar tem de ser tão fácil quanto mandar uma foto.
