Para o gestor do grupo, a pergunta é uma só: o que o grupo produziu chegou à conta? Hoje, a resposta muitas vezes é um “acho que sim”.
O VolanAI mostra cada atendimento do registro ao recebimento, e onde ele parou. Decidir passa a depender do que se vê, não de quem se lembra.
Entre “agendado” e “faturado”
Um atendimento é agendado, realizado e, em algum ponto, deixa de andar. Quase ninguém percebe quando acontece.
No VolanAI, cada atendimento aparece do registro ao recebimento. Quando um caso para, dá para ver em que ponto.
A pergunta deixa de ser “será que foi faturado?” e passa a ser “por que este parou aqui?”.
O que cada pessoa vê
Há perfis de Administrador, Faturista e Médico. O médico vê os casos, não o dinheiro. Quem confere os valores é a faturista.
Cada pessoa enxerga o que precisa para o seu trabalho, e o dinheiro fica com quem cuida dele.
Cada papel tem a sua visão: quem registra, quem confere e quem decide.
O valor do contrato
O valor de cada atendimento é calculado pelo contrato vigente com cada fonte pagadora.
Esse valor fica congelado na emissão. Se a tabela for corrigida depois, a guia já enviada não muda.
Quem confere três meses depois sabe quanto foi pedido, sem depender da memória de ninguém.
Cobrado e pago
O cobrado fica ao lado do pago, por fonte pagadora. O que diferiu vira uma fila de trabalho.
Às vezes a diferença que parece erro não é: são duas fontes pagadoras diferentes. O sistema não as mistura, e o grupo não vê problema onde não há.
Para o gestor, isso é decidir olhando o que de fato aconteceu com cada atendimento.
O que muda na prática
Antes, era um “acho que sim”. Com o VolanAI, cada atendimento aparece com o seu caminho, e dá para ver onde ele parou.
O gestor deixa de controlar cada passo da operação e passa a decidir olhando o que está acontecendo.
O que eu produzi, eu recebi?
